quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Alunos do 3.º e 4.º anos das EB de Cavalinhos e Costas visitam a escola-sede do Agrupamento

No dia 5 de fevereiro, pelas 9 horas, vinte e dois alunos (16 da EB de Cavalinhos e 6 da EB de Costas) , acompanhados dos professores José Carlos e Luísa , deslocaram-se à escola-sede do Agrupamento. À sua espera, já estava o simpático  professor Luís Dias, Adjunto do Diretor, que lhes deu algumas informações sobre o funcionamento da escola, nomeadamente no que diz respeito à utilização e funcionalidade do cartão eletrónico. Posto isto, visitaram o recinto escolar.
Após o lanche da manhã, tiveram a oportunidade de participar numa aula de Educação Física.
E, seguida, dirigiram-se à biblioteca, onde tiveram um acolhimento especial no cantinho da leitura. Primeiro, a professora Helena divulgou o livro recentemente publicado - "Letras Letronas, Palavras Brincalhonas" - da escritora Leonor Lourenço, que visitará algumas EB 1 do Agrupamento, no âmbito do projeto "Escritores da Nossa Terra". Em seguida leu-lhes o divertido livro "Todos Diferentes, todos Animais", uma história de Liliana Gonçalves, ilustrada por Leonel Brites. Finalmente, Leandro Oliveira, um dos alunos do projeto Leitur@s.tic.net da BE, divulgou o livro de Rosário Alçada Araújo , "A Árvore dos Rebuçados". Houve ainda tempo para mais um momento de leitura... dois alunos, um de Cavalinhos e outro de Costas leram muitíssimo bem um excerto do livro "A Árvore dos rebuçados", que falava da importância do livro no nosso imaginário - "Na verdade foi mágico. Sebastião nunca tinha estado sozinho com um livro. (...) O livro ocupava agora todo o espaço daquele momento, parecia completamente novo para ele."

O tempo passou depressa... Era chegada a hora do almoço... Como sobremesa "para o corpo" levaram uns rebuçados e "para a alma" um marcador de livros do autor do mês de fevereiro, Eça de Queirós.
Foi uma manhã que ficará, certamente, na memória destes alunos.

































segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Fevereiro... o mês de Eça de Queirós, na Biblioteca Escolar


O mês de fevereiro será dedicado ao ilustre e intemporal escritor Eça de Queirós. Visita a exposição na BE e está atento(a) ao passatempo que será lançado ainda esta semana. Participa!



José Maria Eça de Queirós nasceu na Póvoa do Varzim em 25 de Novembro de 1845.    Curiosamente (e escandalosamente para aquela época), foi registado como filho de José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós e de mãe ilegítima.
O seu nascimento foi fruto de uma relação ilegítima entre D. Carolina Augusta Pereira de Eça e do então delegado da comarca José Maria d`Almeida de Teixeira de Queirós. D. Carolina Augusta fugiu de casa para que a sua criança nascesse afastada do escândalo da ilegitimidade.
O pequeno Eça foi levado para casa de sua madrinha, em Vila do Conde, onde permaneceu até aos quatro anos. Em 1849, os pais do escritor legitimaram a sua situação, contraindo matrimónio. Eça foi então levado para casa dos seus avós paternos, em Aveiro, onde permaneceu até aos dez anos. Só então se juntou aos seus pais, vivendo com eles no Porto, onde efectuou os seus estudos secundários.
Em 1861, matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Aqui, juntou-se ao famoso grupo académico da Escola de Coimbra que, em 1865, se insurgiu contra o grupo de escritores de Lisboa, a apelidada Escola do Elogio Mútuo.
Esta revolta dos estudantes de Coimbra é considerada como a semente do realismo em Portugal. No entanto, esta foi encabeçada por Antero de Quental e Teófilo Braga contra António Feliciano de Castilho, pelo que, na Questão Coimbrã, Eça foi apenas um mero observador.
Terminou o curso em 1866 e fixou-se em Lisboa, exercendo simultaneamente advocacia e jornalismo. Dirigiu o Distrito de Évora e participou na Gazeta de Portugal com folhetins dominicais, que seriam, mais tarde, editados em volumes com o título Prosas Bárbaras.
Em 1869 decidiu assistir à inauguração do Canal do Suez. Viajou pela Palestina e daí recolheu variada informação que usou na sua criação literária, nomeadamente nas obras O Egipto e A Relíquia.
Por influência o seu companheiro e amigo universitário, Antero de Quental, entregou-se ao estudo de Proudhon e aderiu ao grupo do Cenáculo. Em 1870, tomou parte activa nas Conferências do Casino (marca definitiva do início do período realista em Portugal) e iniciou, juntamente com Ramalho Ortigão, a publicação dos folhetins As Farpas.
Decidiu entrar para o Serviço Diplomático e foi Administrador do Concelho em Leiria. Foi na cidade do Lis que elaborou O Crime do Padre Amaro. Em 1873 é nomeado Cônsul em Havana, Cuba. Dois anos mais tarde, foi transferido para Inglaterra, onde residiu até 1878. Foi em terras britânicas que iniciou a escrita d` O Primo Basílio e começou a arquitectar Os Maias, O Mandarim e A Relíquia. De Bristol e Newcastle, onde residia, enviou frequentemente correspondência para jornais portugueses e brasileiros. No entanto, a sua longa estadia em Inglaterra encheu-o de melancolia.
Em 1886, casou com D. Maria Emília de Castro, uma senhora fidalga irmã do Conde de Resende. O seu casamento é também sui generis, pois casou aos 40 com uma senhora de 29.
Em 1888 foi com alegria transferido para o consulado de Paris. Publica Os Maias e chega a publicar na imprensa Correspondência de Fradique Mendes e A Ilustre Casa de Ramires.
Nos últimos anos, escreveu para a imprensa periódica, fundando e dirigindo a Revista de Portugal. Sempre que vinha a Portugal, reunia em jantares com o grupo dos Vencidos da Vida, os acérrimos defensores do Realismo que sentiram falhar em todos os seus propósitos.
Morreu em Paris em 1900.






3 de fevereiro...uma manhã diferente e especial na escola-sede do Agrupamento de escolas Henrique Sommer!
No dia 3 de fevereiro, pelas 9 horas, dezassete alunos da EB de A-dos-Pretos, acompanhados da professora Rosa Silva, deslocaram-se à escola-sede do Agrupamento. À sua espera, já estava o simpático professor Luís Dias, Adjunto do Diretor, que lhes deu algumas informações sobre o funcionamento da escola, nomeadamente no que diz respeito à utilização e funcionalidade do cartão eletrónico. Posto isto, visitaram o recinto escolar.
Após o lanche e intervalo das 10h00, tiveram a oportunidade de participar numa aula de Educação Física.
Finalmente, foram recebidos na Biblioteca Escolar, no cantinho da leitura. Primeiro, a professora Helena falou com os alunos sobre a Semana da Leitura que se aproxima e da escritora Leonor Lourenço, que visitará a EB de A-dos-Pretos, no âmbito do projeto "Escritores da Nossa Terra". Em seguida leu-lhes o divertido livro "Todos Diferentes, todos Animais", uma história de Liliana Gonçalves, ilustrada por Leonel Brites. Finalmente, os alunos foram convidados a ler expressivamente poemas selecionados do livro "Poesia para todo o ano" - seleção e prefácio de Luísa Ducla Soares.
O tempo passou depressa... Era chegada a hora do almoço... Como sobremesa "para o corpo" levaram uns rebuçados e "para a alma" um marcador de livros do autor do mês de fevereiro, Eça de Queirós.
Foi uma manhã que ficará, certamente, na memória destes alunos.








 

"Leitur@s Dinâmicas", na BE, com a turma 5.ºB

No dia 31 de janeiro, pelas 8h30, os alunos envolvidos no projeto da BE, Leitur@ Dinâmicas, contaram com a presença simpática dos alunos do 5.ºB que com eles partilharam histórias, anedotas e adivinhas. Os alunos deste projeto também participaram ativamente: explicaram o que já tinham feito no âmbito deste projeto e falaram em especial do livro "Todos diferentes, todos animais", uma história de Liliana Gonçalves, ilustrada por Leonel Brites.
Como este era o "Mês de António Mota", o aluno José do 5.º B contou-nos a história "A Galinha medrosa" deste autor e alguns alunos de Leitur@s Dinâmicas declamaram o poema de António Mota "Se tu visses o que eu vi".
Viveram-se momentos divertidos! Parabéns a todos os intervenientes!